domingo, 16 de março de 2014

Analfabetismo no Brasil ,É preciso repensar para mudar!



   Por Jussara de Barros

   Equipe brasil escola 



Não é de hoje que se sabe que o índice de analfabetismo no Brasil ainda é grande, tendo

milhões de analfabetos acima dos 15 anos de idade.

 Isso é uma realidade causada pelos modelos de educação arcaicos, sem inovações, que tolhem
a capacidade criativa dos sujeitos, gerando insegurança e insatisfação pessoal.

 

Convencidos de que não adianta continuar na escola, muitos estudantes se afastam da mesma

por pura falta de motivação, por não acreditarem que são capazes de vencer.

 O medo domina as sensações prazerosas do aprender, pois repetências anteriores, exposições

diante dos colegas, humilhações dentro da sala de aula coíbem o sujeito, demonstrando que ele

não é capaz.

 

No Brasil ainda existe a concepção de que os menos favorecidos não têm condições de

aprender, devendo aceitar que são a mão de obra pesada e barata do país, estando às margens

da nossa pirâmide social.

 

Para melhorar essa visão, a escola deve manter uma política educacional voltada para atender a

diversidade, através de planos de ação que valorizem as habilidades e potencialidades de cada

um. Seria mesmo identificar o que cada um tem de bom, em quê cada qual pode colaborar com

as experiências e crescimento do grupo.

 

Dessa forma, preocupados com a defasagem do ensino, buscando qualificar o trabalho docente,

voltam­se para a motivação desses alunos, dando oportunidade aos mesmos, inserindo­os num

grupo que está mais adiantado.

 

Além disso, não se pode descartar a realidade social em que cada um vive. Muitas crianças

ficam paralisadas porque não recebem atenção necessária, outras são alvos de agressões,

outras sofrem abusos sexuais, algumas têm que trabalhar para sustentar suas famílias, etc.

 

A escola precisa considerar todos esses aspectos e muitos outros, repensando seus valores,

buscando diminuir as diferenças entre os alunos, identificando porque uns aprendem e outros

não.

 

Segundo pesquisas do Ministério da Educação, no Brasil são 16 milhões de analfabetos,

pessoas que não conseguem sequer escrever um bilhete. Já os que não chegaram a concluir a

4ª série do ensino fundamental I, somam 33 milhões, concentrados em 50% no norte e nordeste

do país.

 

Dessa forma, podemos questionar como acontecerá o crescimento social e econômico do país

se não temos política educacional consistente?

 Equipe Brasil Escola

http://educador.brasilescola.com/politica­educacional/analfabetismo­no­brasil.htm

3 comentários:

  1. Observamos que o objetivo e claro ao apontar a diferente realidade de cada aluno , que dependente sim da estrutura familiar,da motivação e de outros tantos fatores para uma boa alfabetização.

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  2. De acordo com o texto, sabemos que o analfabetismo no Brasil é muito grande e por muitos motivos, que levam os educandos a desistirem dos estudos aumentando o índice de analfabetismo, sem contar aqueles que não desistem dos estudos, mais continuam analfabetos por não entender até mesmo uma leitura.A escola precisa levar para a sala de aula a realidade em que vivemos para que esses alunos venham ter o prazer de estudar com a esperança de um futuro de qualidade, diminuindo assim o analfabetismo.

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  3. Luana,
    Você escolheu uma boa reportagem, mas podia ter aprofundado melhor seu comentário, relacionando o quadro de analfabetismo ao que estamos estudando sobre o direito à educação.

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